Arte na Latinha Reutilizando e Ressignificando com arte

segunda-feira, 23 de março de 2026 by Rudny Artes
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Desenho em Papelão

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017 by Rudny Artes
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Por onde anda o meu Chapéu?

by Rudny Artes

Fotografia Voadora

by Rudny Artes
Você não tira uma foto...Você cria uma foto .


Uma Bicicleta Voadora pela Estrada Real - Caminho do Ouro

sábado, 7 de janeiro de 2017 by Rudny Artes
A Estrada Real (Caminho do Ouro ) é um dos maiores circuitos turísticos do Brasil. Com cerca de 1600km, a Estrada começou a ser construída no século XVII para ligar a região do litoral carioca às regiões produtoras de ouro do interior de Minas Gerais.
No início a Estrada ligava Ouro Preto (na época, Vila Rico do Ouro Preto), em Minas Gerais ao Porto de Paraty, no Rio de Janeiro. O caminho era usado para transportar o ouro e demais carregamentos da cidade mineira até o porto e, ao longo do caminho, foram sendo fundadas vilas e diversos pontos de parada para os tropeiros, bandeirantes, mineradores e outros viajantes que faziam o percurso da Estrada Real. Na época, seu percurso levava 60 dias para ser feito devido às dificuldades de percurso na estrada de terra que atravessa a Serra da Mantiqueira e da distância. Este caminho estendia-se por localidades como Caeté e Sabará também, recebendo por isso o nome de “Caminho do Sabarabuçu”.
No século XVIII a necessidade de um caminho mais seguro e rápido até o porto fez com que a Coroa ordenasse a construção de uma outra rota que ficou conhecida como “caminho novo”. À estrada antiga ficou o nome de “caminho velho”. O caminho novo foi feito por Garcia Rodrigues Paes, filho do famoso bandeirante Fernão Dias Paes (que hoje dá nome à rodovia que liga São Paulo à Belo Horizonte e Vitória), que levou 7 anos (1968-1705) para terminá-lo. Em 1725, Bernardo Soares de Proença terminou uma trilha paralela ao , agora conhecido, “Caminho do Ouro”, porque era por ele que o metal era escoado para Portugal.
Mais tarde, quando foi feita a descoberta de pedras preciosas na região do Serro, o caminho foi estendido até lá, e Ouro Preto, então capital de Minas Gerais, passou a ser o local de convergência da Estrada Real. O caminho até o distrito diamantino ficou conhecido como “Caminho dos Diamantes”.
Fazem parte do circuito Estrada Real as cidades: Mariana, Catas Altas, Ouro Preto, Diamantina, Tiradentes, Santa Bárbara, Morro do Pilar, Conceição do Mato Dentro, Serro, Cocais, Carrancas, Conselheiro Lafeiete, São João Del rei, e muitas outras cidades que guardam ainda um pouco da história do Brasil. Ao todo são 177 cidades no entorno da Estrada Real, sendo 162 em Minas Gerais, 8 no Rio de Janeiro e 7 em São Paulo.

Arquivado em: Brasil Colônia, História do Brasil, Transporte



















































































Artista cria impressionantes e delicadas pinturas feitas com café / Café Arte Brasil

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017 by Rudny Artes


O limite da arte é precisamente não ter limites. 
Dai que arte e café possam juntar-se 
e gerar fantásticas criações.

















Viajar pra onde

terça-feira, 3 de janeiro de 2017 by Rudny Artes

Bicicleta Voadora

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016 by Rudny Artes

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Latina Voadora

by Rudny Artes

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Por Onde anda o meu Chapéu Voador ?

by Rudny Artes

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016 by Rudny Artes

https://www.flickr.com/photos/rudnyartes/
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Reciclar é Preciso

by Rudny Artes



Talvez você diga: ( Ha não ADIANTA reciclar )

Assim como usamos remédio pra prolongar a vida. 

A reciclagem funciona da mesma maneira...
 FAÇA sua Parte. E pare com desculpas.
 Gente quem ama faz tudo e mais um pouco...

Reutilizamos uma latinha de alumínio para demonstrar que 
com a arte tudo é possível.

Quanto mais arte menos lixo !
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O Chapéu Voador no cais de Paraty = RJ

by Rudny Artes

Mark Manson Disse que VOCÊ é responsável pelo brasil está como está. Você Concorda ?

quinta-feira, 24 de março de 2016 by Rudny Artes



Querido Brasil,

O Carnaval acabou. O “ano novo” finalmente vai começar e eu estou te deixando para voltar para o meu país.

Assim como vários outros gringos, eu também vim para cá pela primeira vez em busca de festas, lindas praias e garotas. O que eu não poderia imaginar é que eu passaria a maior parte dos 4 últimos anos dentro das suas fronteiras. Aprenderia muito sobre a sua cultura, sua língua, seus costumes e que, no final deste ano, eu me casaria com uma de suas garotas.

Não é segredo para ninguém que você está passando por alguns problemas. Existe uma crise política, econômica, problemas constantes em relação à segurança, uma enorme desigualdade social e agora, com uma possível epidemia do Zika vírus, uma crise ainda maior na saúde.

Durante esse tempo em que estive aqui, eu conheci muitos brasileiros que me perguntavam: “Por que? Por que o Brasil é tão ferrado? Por que os países na Europa e América do Norte são prósperos e seguros enquanto o Brasil continua nesses altos e baixos entre crises década sim, década não?”

No passado, eu tinha muitas teorias sobre o sistema de governo, sobre o colonialismo, políticas econômicas, etc. Mas recentemente eu cheguei a uma conclusão. Muita gente provavelmente vai achar essa minha conclusão meio ofensiva, mas depois de trocar várias ideias com alguns dos meus amigos, eles me encorajaram a dividir o que eu acho com todos os outros brasileiros.

Então aí vai: é você.

Você é o problema.

Sim, você mesmo que está lendo esse texto. Você é parte do problema. Eu tenho certeza de não é proposital, mas você não só é parte, como está perpetuando o problema todos os dias.

Não é só culpa da Dilma ou do PT. Não é só culpa dos bancos, da iniciativa privada, do escândalo da Petrobras, do aumento do dólar ou da desvalorização do Real.

O problema é a cultura. São as crenças e a mentalidade que fazem parte da fundação do país e são responsáveis pela forma com que os brasileiros escolhem viver as suas vidas e construir uma sociedade.

O problema é tudo aquilo que você e todo mundo a sua volta decidiu aceitar como parte de “ser brasileiro” mesmo que isso não esteja certo.

Quer um exemplo?

Imagine que você está de carona no carro de um amigo tarde da noite. Vocês passam por uma rua escura e totalmente vazia. O papo está bom e ele não está prestando muita atenção quando, de repente, ele arranca o retrovisor de um carro super caro. Antes que alguém veja, ele acelera e vai embora.

No dia seguinte, você ouve um colega de trabalho que você mal conhece dizendo que deixou o carro estacionado na rua na noite anterior e ele amanheceu sem o retrovisor. Pela descrição, você descobre que é o mesmo carro que seu brother bateu “sem querer”. O que você faz?


A) Fica quieto e finge que não sabe de nada para proteger seu amigo? Ou

B) Diz para o cara que sente muito e força o seu amigo a assumir a responsabilidade pelo erro?


Eu acredito que a maioria dos brasileiros escolheria a alternativa A. Eu também acredito que a maioria dos gringos escolheria a alternativa B.

Nos países mais desenvolvidos o senso de justiça e responsabilidade é mais importante do que qualquer indivíduo. Há uma consciência social onde o todo é mais importante do que o bem-estar de um só. E por ser um dos principais pilares de uma sociedade que funciona, ignorar isso é uma forma de egoísmo.

Eu percebo que vocês brasileiros são solidários, se sacrificam e fazem de tudo por suas famílias e amigos mais próximos e, por isso, não se consideram egoístas.

Mas, infelizmente, eu também acredito que grande parte dos brasileiros seja extremamente egoísta, já que priorizar a família e os amigos mais próximos em detrimento de outros membros da sociedade é uma forma de egoísmo.

Sabe todos aqueles políticos, empresários, policiais e sindicalistas corruptos? Você já parou para pensar por que eles são corruptos? Eu garanto que quase todos eles justificam suas mentiras e falcatruas dizendo: “Eu faço isso pela minha família”. Eles querem dar uma vida melhor para seus parentes, querem que seus filhos estudem em escolas melhores e querem viver com mais segurança.

É curioso ver que quando um brasileiro prejudica outro cidadão para beneficiar sua famílias, ele se acha altruísta. Ele não percebe que altruísmo é abrir mão dos próprios interesses para beneficiar um estranho se for para o bem da sociedade como um todo.

Além disso, seu povo também é muito vaidoso, Brasil. Eu fiquei surpreso quando descobri que dizer que alguém é vaidoso por aqui não é considerado um insulto como é nos Estados Unidos. Esta é uma outra característica particular da sua cultura.

Algumas semanas atrás, eu e minha noiva viajamos para um famoso vilarejo no nordeste. Chegando lá, as praias não eram bonitas como imaginávamos e ainda estavam sujas. Um dos pontos turísticos mais famosos era uma pedra que de perto não tinha nada demais. Foi decepcionante.

Quando contamos para as pessoas sobre a nossa percepção, algumas delas imediatamente disseram: “Ah, pelo menos você pode ver e tirar algumas fotos nos pontos turísticos, né?”

Parece uma frase inocente, mas ela ilustra bem essa questão da vaidade: as pessoas por aqui estão muito mais preocupadas com as aparências do que com quem eles realmente são.

É claro que aqui não é o único lugar no mundo onde isso acontece, mas é muito mais comum do que em qualquer outro país onde eu já estive.

Isso explica porque os brasileiros ricos não se importam em pagar três vezes mais por uma roupa de grife ou uma jóia do que deveriam, ou contratam empregadas e babás para fazerem um trabalho que poderia ser feito por eles. É uma forma de se sentirem especiais e parecerem mais ricos. Também é por isso que brasileiros pagam tudo parcelado. Porque eles querem sentir e mostrar que eles podem ter aquela super TV mesmo quando, na realidade, eles não tenham dinheiro para pagar. No fim das contas, esse é o motivo pelo qual um brasileiro que nasceu pobre e sem oportunidades está disposto a matar por causa de uma motocicleta ou sequestrar alguém por algumas centenas de Reais. Eles também querem parecer bem sucedidos, mesmo que não contribuam com a sociedade para merecer isso.

Muitos gringos acham os brasileiros preguiçosos. Eu não concordo. Pelo contrário, os brasileiros tem mais energia do que muita gente em outros lugares do mundo (vide: Carnaval).

O problema é que muitos focam grande parte da sua energia em vaidade em vez de produtividade. A sensação que se tem é que é mais importante parecer popular ou glamouroso do que fazer algo relevante que traga isso como consequência. É mais importante parecer bem sucedido do que ser bem sucedido de fato.

Vaidade não traz felicidade. Vaidade é uma versão “photoshopada” da felicidade. Parece legal vista de fora, mas não é real e definitivamente não dura muito.

Se você precisa pagar por algo muito mais caro do que deveria custar para se sentir especial, então você não é especial. Se você precisa da aprovação de outras pessoas para se sentir importante, então você não é importante. Se você precisa mentir, puxar o tapete ou trair alguém para se sentir bem sucedido, então você não é bem sucedido. Pode acreditar, os atalhos não funcionam aqui.

E sabe o que é pior? Essa vaidade faz com que seu povo evite bater de frente com os outros. Todo mundo quer ser legal com todo mundo e acaba ou ferrando o outro pelas costas, ou indiretamente só para não gerar confronto.

Por aqui, se alguém está 1h atrasado, todo mundo fica esperando essa pessoa chegar para sair. Se alguém decide ir embora e não esperar, é visto como cuzão. Se alguém na família é irresponsável e fica cheio de dívidas, é meio que esperado que outros membros da família com mais dinheiro ajudem a pessoa a se recuperar. Se alguém num grupo de amigos não quer fazer uma coisa específica, é esperado que todo mundo mude os planos para não deixar esse amigo chateado. Se em uma viagem em grupo alguém decide fazer algo sozinho, este é considerado egoísta.

É sempre mais fácil não confrontar e ser boa praça. Só que onde não existe confronto, não existe progresso.

Como um gringo que geralmente não liga a mínima sobre o que as pessoas pensam de mim, eu acho muito difícil não enxergar tudo isso como uma forma de desrespeito e auto-sabotagem. Em diversas circunstâncias eu acabo assistindo os brasileiros recompensarem as “vítimas” e punirem àqueles que são independentes e bem resolvidos.

Por um lado, quando você recompensa uma pessoa que falhou ou está fazendo algo errado, você está dando a ela um incentivo para nunca precisar melhorar. Na verdade, você faz com que ela fique sempre contando com a boa vontade de alguém em vez de ensina-la a ser responsável.

Por outro lado, quando você pune alguém por ser bem resolvido, você desencoraja pessoas talentosas que poderiam criar o progresso e a inovação que esse país tanto precisa. Você impede que o país saia dessa merda que está e cria ainda mais espaço para líderes medíocres e manipuladores se prolongarem no poder.

E assim, você cria uma sociedade que acredita que o único jeito de se dar bem é traindo, mentindo, sendo corrupto, ou nos piores casos, tirando a vida do outro.

As vezes, a melhor coisa que você pode fazer por um amigo que está sempre atrasado é ir embora sem ele. Isso vai fazer com que ele aprenda a gerenciar o próprio tempo e respeitar o tempo dos outros.

Outras vezes, a melhor coisa que você pode fazer com alguém que gastou mais do que devia e se enfiou em dívidas é deixar que ele fique desesperado por um tempo. Esse é o único jeito que fará com que ele aprenda a ser mais responsável com dinheiro no futuro.

Eu não quero parecer o gringo que sabe tudo, até porque eu não sei. E deus bem sabe o quanto o meu país também está na merda (eu já escrevi aqui sobre o que eu acho dos EUA).

Só que em breve, Brasil, você será parte da minha vida para sempre. Você será parte da minha família. Você será meu amigo. Você será metade do meu filho quando eu tiver um.

E é por isso que eu sinto que preciso dividir isso com você de forma aberta, honesta, com o amor que só um amigo pode falar francamente com outro, mesmo quando sabemos que o que temos a dizer vai doer.

E também porque eu tenho uma má notícia: não vai melhorar tão cedo.

Talvez você já saiba disso, mas se não sabe, eu vou ser aquele que vai te dizer: as coisas não vão melhorar nessa década.

O seu governo não vai conseguir pagar todas as dívidas que ele fez a não ser que mude toda a sua constituição. Os grandes negócios do país pegaram dinheiro demais emprestado quando o dólar estava baixo, lá em 2008-2010 e agora não vão conseguir pagar já que as dívidas dobraram de tamanho. Muitos vão falir por causa disso nos próximos anos e isso vai piorar a crise.

O preço das commodities estão extremamente baixos e não apresentam nenhum sinal de aumento num futuro próximo, isso significa menos dinheiro entrando no país. Sua população não é do tipo que poupa e sim, que se endivida. As taxas de desemprego estão aumentando, assim como os impostos que estrangulam a produtividade da classe trabalhadora.

Você está ferrado. Você pode tirar a Dilma de lá, ou todo o PT. Pode (e deveria) refazer a constituição, mas não vai adiantar. Os erros já foram cometidos anos atrás e agora você vai ter que viver com isso por um tempo.

Se prepare para, no mínimo, 5-10 anos de oportunidades perdidas. Se você é um jovem brasileiro, muito do que você cresceu esperando que fosse conquistar, não vai mais estar disponível. Se você é um adulto nos seus 30 ou 40, os melhores anos da economia já fazem parte do seu passado. Se você tem mais de 50, bem, você já viu esse filme antes, não viu?

É a mesma velha história, só muda a década. A democracia não resolveu o problema. Uma moeda forte não resolveu o problema. Tirar milhares de pessoa da pobreza não resolveu o problema. O problema persiste. E persiste porque ele está na mentalidade das pessoas.

O “jeitinho brasileiro” precisa morrer. Essa vaidade, essa mania de dizer que o Brasil sempre foi assim e não tem mais jeito também precisa morrer. E a única forma de acabar com tudo isso é se cada brasileiro decidir matar isso dentro de si mesmo.

Ao contrario de outras revoluções externas que fazem parte da sua história, essa revolução precisa ser interna. Ela precisa ser resultado de uma vontade que invade o seu coração e sua alma.

Você precisa escolher ver as coisas de um jeito novo. Você precisa definir novos padrões e expectativas para você e para os outros. Você precisa exigir que seu tempo seja respeitado. Você deve esperar das pessoas que te cercam que elas sejam responsabilizadas pelas suas ações. Você precisa priorizar uma sociedade forte e segura acima de todo e qualquer interesse pessoal ou da sua família e amigos. Você precisa deixar que cada um lide com os seus próprios problemas, assim como você não deve esperar que ninguém seja obrigado a lidar com os seus.

Essas são escolhas que precisam ser feitas diariamente. Até que essa revolução interna aconteça, eu temo que seu destino seja repetir os mesmos erros por muitas outras gerações que estão por vir.

Você tem uma alegria que é rara e especial, Brasil. Foi isso que me atraiu em você muitos anos atrás e que me faz sempre voltar. Eu só espero que um dia essa alegria tenha a sociedade que merece.

Seu amigo,


Mark
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A Magia do Chapéu Qual modelo que mais combina com você ?

sexta-feira, 18 de março de 2016 by Rudny Artes


















Modo De Usar: Chapéus
Chapéus são acessórios clássicos tanto para mulheres quanto para homens e, ao longo da história se mostraram como símbolo de elegância e até status social.
A palavra chapéu vem do latim “cappa” que significa “peça usada para cobrir a cabeça“.

No Antigo EgitoBabilônia Grécia, eles mas se pareciam com faixas com o objetivo de prender os cabelos. Algo semelhante aos turbantes. Também era usadas tiaras cordas finas com esse mesma finalidade. A faixa colocada em torno da copa na atualidade tem referência nesses primeiros adornosusados na cabeça.

O primeiro chapéu mais parecido com o que conhecemos hoje foi o Pétaso. Tinha copa baixaabas largas e era usado pelos gregos durante suas viagens como forma de proteção. Seu uso perdurou por toda a Idade Média.



Pétaso e Bonnet Rouge
Na Antiga Roma os escravos recém libertos usavam uma espécie de gorro em forma de cone com a ponta caída paara o lado (mais ou menos como o gorro do Papai Noel) como sinal de sua liberdade. Esse modelo foi revivido na Revolução Francesa e chamado de “Bonnet Rouge” se tornando o símbolo do partido republicano.
Depois da Revolução Francesa foram adquirindo formatos diferenciados e ricos adornos. Até hoje os chapéus guardam algumas influências dos antigos.
No inverno ou no verão, dos mais sofisticados aos mais simples, eles dão charme e, quando usados como centro das atenções de um look, podem fazer toda a diferença.
A dica é “menos é mais“. Apostar em peças simples e deixar o chapéu como centro das atenções.
Ao escolher seu preferido, leve em conta seu biotipo formato de rostoRosto pequeno pedechapéus menores e mais discretos com a copa (parte do chapéu que vai desde o encaixe da cabeça até o topo dele) e aba proporcionais. Quem tem rosto mais largo quadrado pode escolher chapéus maiores e com copa média ou baixa.
Panamá
Panamá: Apesar do nome, ele é fabricado no Equador, em Cuenca Montecristi. Suas características principais são a cor clara e o material do qual é feito: palha de uma planta chamada Carludovica Palmata, originária do Equador e países vizinhos.
Pode vir em diversos formatos e a diferença entre o esportivo e o clássico está na cor da fita que o decora. A de cor clara o torna esportivo e a mais escuraclássico.
Perfeito para ser usado nos dias quentes por serem leves, dão ar despojado nas produções. Mulheres também tem aderido a esse acessório sempre abusando da feminilidade no restante do look.

Fedora: Fabricado em feltro ou pele de coelho, é também conhecido como Borsalino e tem o mesmo formato do Panamá. Surgiu por volta do século XX e teve bastante sucesso por conta de seu uso por atores nos filmes de Hollywood nos anos 40.
É o modelo atual e perfeito pra quem quer dar um toque fashion na produção. Pode ser usado de dia e de noite e fica ótimo até para quem tem rosto mais redondo. Use não muito arrumadinho.

Trilby: Semelhante ao Fedora, tornou-se popular por ser muito usado entre músicos de Jazz e Soul alémde ser o preferido das celebridades hollywoodianas. Seu estilo lembra também o Panamá só que com abas mais estreitas. Ficam muito bem em quem tem rosto mais fino.

Boina: Os primeiros a usarem foram os escoceses bascos mas elas se tornaram símbolo militarquando caçadores alpinos franceses resolveram usar boina azul escura, em 1889, como parte douniforme. Nos anos 60 foram adotados pelos Panteras Negras como símbolo do partido que tinha como finalidade original, patrulhar guetos negros protegendo de atitudes brutais da polícia. Por ser bem diferente, dão toque alternativo no visual.


Boné: Usado pro homens e mulheres, fica bem em quase todos os tipos de rosto. É mais usado por quem opta por looks mais esportivos e é bastante popular entre os mais jovens. Deve ser usado em ocasiões casuais.

Floppy hat: É um chapéu feminino com cara de verão. Levinho e com abas largas e molengas, dão ardespretencioso ao look. Ficam ótimos em mulheres de rosto mais fino e podem ser usados com vestidos mais leves e esvoaçantes.

Cloche: Seu formato lembra um sino (daí seu nome que vem do francês) e ele foi muito popular nadécada de 20 e no período pós Primeira Guerra. A copa praticamente se confunde com a aba. Esse modelo extremamente feminino delicado é arrematado com fitas e detalhes em laços que completam sua estrutura







 





























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